Irrito me com todo este sopro da procura, quase que me elevo à loucura... com toda esta ventania que me faz sonhar pela razia do único sitio que estamos a salvo de nós.
Intolerante, torno me nesse tipo de mutante de alguém que já soprou e ao abrigo no ponto de partida, da proeminente fugida de remoinhos e tufões, amargurava o local de céleres celebrações, desprendidas de chamamentos monótonos, do antes e do depois, do aqui e mesmo do ali, porque a celebração é o estar mais além, de mim, de ti, de sí, de vós e de todos nós.
Mais rugado, mais amassado,o eterno frustrado encontra se mais libertado. E então fujo, corro e não deixo que me amarrem ao vento nem a nenhum encantamento, esperneio, esbracejo, tudo com um único desejo, que parem de soprar e passem a olhar.