As palavras que ouves de olhos abertos
são inspiradas nas que dizes de olhos fechados.
Ana, não quer chorar, guarda nela sem ter razão, as negras ondas do mar, tentem ver no cordão que vos une á razão quão pior é morrer devagar... Ana, não quer chorar e sem mostrar o lamento, abarca a tortura do pensar,esquecendo-se daquele momento que estava a espreitar... Ana, não quer chorar,nas suas veias corre o perdão,mesmo para quem do não fez sua síntese do estar, Ana, não quer chorar,mas as suas ideias, começam a deslizar, nascendo em teias, põem-se a caçar, Ana, não quer chorar, mas seus olhos vertem a dor de morrer para não matar, que a vida são épicos refrões que fazem o mar fluir... mas um dia que está para vir, elas terão de acabar e esta é só mais uma canção, uma ode a tão puro embrião, não lhe fiz um refrão... deixei isso ás ondas do mar..